quarta-feira , 16 outubro 2019
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PATRULHA MIRIM DE PONTA PORÃ ESTUDA ENCAMINHAR ADOLESCENTES AO MERCADO DE TRABALHO VIA PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

A Patrulha Mirim de Ponta Porã estuda encaminhar adolescentes ao mercado de trabalho via o programa do Jovem Aprendiz na cidade de Ponta Porã.

o presidente da Entidade Kalil Matheus Zaim, manifestou em entrevista, que a Corporação tem capacidade de oferecer o programa de Aprendizagem profissional metódico especificado na Lei 10097/2000, a entidade conta com três salas de aula, sala de informática e refeitório e hoje em dia conta com um efetivo de 85 adolescentes, a entidade tem um atrativo a mais para as empresas, a Entidade pode arcar com os vínculos empregaticios conforme o artigo 431 da CLT, o Jovem poderá ser encaminhado ao mercado de trabalho com contrato de até dois anos.

Segundo Kalil a corporação esta com assessoria jurídica trabalhando para desenvolver um contrato modelo para as empresas, hoje a Patrulha não possui Mirins trabalhando ao qual faz com que a taxa de desistência na entidade seja alto e estes jovens que acabam saindo da entidade vão trabalhar de forma informal como em lava jatos, borracharias, ajudando na construção civil entre outras atividades que por fim desestimula o jovem a continuar estudando.

Queremos abrir possibilidades novas aos nossos jovens, principalmente das camadas mais carentes da sociedade, muitos pais procuram a Patrulha Mirim para que a entidade possa ajudar seu filho a ter um norte, nossa corporação consegue segurar as crianças até em torno dos 14 anos idade a qual a maioria dos jovens querem começar a trabalhar, porém acabam deixando a entidade para trabalhar informalmente e muitos deixam até a escola, com o monitoramento da entidade isso muda pois o aluno sempre sera apoiado a continuar se profissionalizando e estudando, Diz Kalil

Até a Próxima Semana a Corporação quer dar início a uma campanha junto as empresas e órgãos públicos para apresentar o trabalho da corporação e explicar aos empresários como funcionara o Jovem aprendiz da Entidade.

A Corporação deve voltar inserir os adolescentes ao mercado de trabalho como era feito na década de 80, 90 e 2000, onde em inúmeras empresas e Orgãos públicos havia a presença de um Guarda Mirim que auxiliava nas mais diversas áreas.

A ideia foi aplaudido pela sociedade e familiares dos patrulheiros que poderá com o apoio das autoridades participar do programa jovem aprendiz.

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