terça-feira , 17 setembro 2019
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APÓS PROVAS DE FORÇA E HABILIDADES, CORPORAÇÃO ELEGE “BOMBEIROS DE AÇO” DE MS

Força, resistência e habilidade para tomar decisões certas e precisas foram alguns dos requisitos da competição que, nO sábado (06), elegeu o primeiro “Bombeiro de Aço” de Mato Grosso do Sul. Com tom de confraternização pelo dia do Bombeiro, comemorado no dia 4, a disputa que aconteceu nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, selecionou representantes do estado para concurso nacional que acontece em novembro, no Maranhão.

Ao todo, 51 militares de quartéis de todo o Estado se inscrevam. Nesta primeira edição a participação de mulheres foi pequena, seis ao todo, no entanto, no que depender da bombeira Alessandra Batista, de 37 anos, essa realidade vai mudar na seletiva do ano que vem.

“Decidi participar para incentivar outras militares. Quero que elas vejam outras mulheres durante a prova e queiram participar também no ano que. Fico muito feliz por ser uma representante feminina”, afirma a militar que se preparou por duas semanas para enfrentar o teste que, inclusive, foi o mesmo para homens e mulheres.

Alessandra Batista, de 37 anos, exibe medalha de participação. Ela foi uma das seis militares mulheres que participaram da prova. (Foto: Clayton Neves)

Alessandra Batista, de 37 anos, exibe medalha de participação. Ela foi uma das seis militares mulheres que participaram da prova. (Foto: Clayton Neves)

Treinamento e preparo, aliás, foram indispensáveis para a competição que exigiu o máximo de condicionamento físico dos bombeiros. No circuito, os participantes tiveram que cumprir tarefas que incluíam subir três andares de escada com uma mangueira de 10 quilos, empurrarar a marretadas um peso de 75 quilos por trajeto de um metro, corrida em zigue-zague, entrada forçada em portas e até operação com jatos d’água. Para dificultar ainda mais, todos carregavam equipamento de 13 quilos nas costas.

Após os desafios puxados e cansativos, os competidores chegavam na última e mais difícil etapa, segundo eles: arrastar um boneco de 80 quilos por 30 metros. Somente após isso, os militares chegavam na faixa final, onde o cronometro parava. Quem fizesse o menor tempo sem penalidades, ganhava a competição. 

“Essa prova foi inspirada em uma ocorrência real que aconteceu na França, ou seja, testa o militar para algo que muito provavelmente pode acontecer em um dia normal de serviço. Naúltima fase, por exemplo, o boneco simula uma vítima”, explica o major Fernando Carminati

Tenente Wagner Dupin, de 53 anos, exibe medalha de participação. (Foto: Clayton Neves)

Tenente Wagner Dupin, de 53 anos, exibe medalha de participação. (Foto: Clayton Neves)

Orgulhoso por ter completado o circuito, o mais velho e de mais alta patente entre os competidores, tenente Wagner Dupin, de 53 anos, não se preocupou com a concorrência e provou que quem quer, dá um jeito e faz.“A idade pode até nos trazer limitações, mas nunca será empecilho para realizarmos o que queremos”, afirma.

Premiação – Além de representar o estado em evento nacional, os campeões de cada modalidade ganharam R$ 2 mil. Os vice-campeões R$ 1 mil e os terceiros colocados R$ 500.

Entre as mulheres o primeiro lugar ficou com a 2ª sargenta Simone Santos de Oliveira, que concluiu a prova em 3 minutos e 35 segundos. Em segundo a sargento Martinha Duarte Garcia, com 4 minutos e 29 segundos e no terceiro lugar do pódio com quatro minutos e 38 segundo a 3º sargento Ana Lúcia Francelino Cristaldo.

No masculino, o melhor tempo foi do soldado Eliezer Martins Mangerotti, com percurso feito em um minuto e 49 segundo, seguido do também soldado Marcos Antônio Marques da Silva, com um minuto e 50 segundos e por fim, com 1 minuto e 51 segundos, o soldado Jefferson Gomes de Oliveira.

Fonte www.campograndenews.com.br

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