segunda-feira , 20 janeiro 2020
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MÁ INTERPRETAÇÃO DE DEFENSORA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE INDUZ A JUSTIÇA AO ERRO E INOCENTE PODE ACABAR CONDENADO NO PARAGUAI

Familiares de acusado por suposto estupro da própria filha que demostrou ter sido acusado por erro de defensora da criança e do adolescente em Pedro Juan Caballero se encontram com Ministro do Interior e se reúnem com altas autoridades de Amambay a quem solicitaram apoio pela liberdade do acusado.

Antônio Ibarra se encontra preso a mais de seis meses, após ser acusado de um suposto estupro da própria filha, a situação teria se dado por uma possível má interpretação do caso pela defensora da criança e do adolescente Roseli Echeguren, já que a defensora da criança e do adolescente da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, manifestou de forma pública na emissora de rádio “Império FM” que o pai acusado pelo caso e inocentes e que na época dos fatos a mesma teria má interpretada a manifestação da vítima, vítima esta que negou os fatos narrados pela defensora da criança e do adolescente, defensora esta que após manifestar a inocência do acusado a jornalistas e a meios de comunicação, mudou de versão perante a promotora de justiça Dionísia Camila Rojas do Ministério Público a qual teria afirmado o contrário, colocando em evidência a sua pouca profissionalidade para o cargo que ocupa, a situação ainda deixa em evidência que tanto a promotora de justiça e a juíza que cuida do caso poderiam estar sendo induzida a cometer um erro judicial que poderia acabar na condena de um inocente que ja se encontra acusado pela promotoria de justiça e deve ir a uma audiência preliminar no próximo dia 30 sem um mínimo de defesa.

Echeguren durante uma conversa com familiares de Antônio Ibarra, teria supostamente manifestado em trocar os documentos de acusação que se encontrava na pasta da promotora de justiça, por outro que demostraria a inocência do acusado caso que demonstra a má fé da defensora da criança e do adolescente que em conversa gravada manifestou que a promotora de Justiça Dionísia Camila Rojas e o juiz da criança e do adolescente Elvio Insfran a teria pressionado para que acuse ao pai da vítima como autor, o que leva a entender que a promotora de justiça e o juiz da criança e do adolescente teriam tomado o caso como pessoal a fim de condenar uma pessoa inocente por puro desejo.

A grave situação deveria ser investigada pelos integrantes da Suprema Corte de Justiça e pela Promotoria Geral do Paraguai e acompanhada pela Comissão de Direitos Humanos, já que está evidenciada que no Paraguai os direitos fundamentais da população estariam sendo pisoteados em razão das violações das Leis no país a fim de que a acusação falsa seja investigada.

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