sábado , 18 janeiro 2020
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POR MEDO DE PERDER O CARGO INOCENTES SÃO MANTIDOS EM PRISÃO NO PARAGUAI

Inocentes na prisão por medo de promotores de justiça e juízes a perder o cargo na cidade de Pedro Juan Caballero destrói a presunção da inocência.

A prisão de várias pessoas inocentes que demostraram a sua inocência ante a justiça na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, onde deveriam ter sido já liberados, esbarra no medo de promotores de justiça e juízes em perder o cargo no estado de Amambay, o silencio da imprensa paraguaia beneficia que a presunção da inocência seja pisoteada no país, onde os altos tribunais teriam fechado os alhos a atrocidade de se manter uma pessoa sem a sua liberdade após ser acusada de um delito posteriormente provada ser falsa, situação que mantem encarcerados o cidadão paraguaio Antônio Ibarra, preso em uma duvidosa acusação de estupro a mais de seis meses, caso apresentada pela promotora de justiça Dionísia Camila Rojas que já teria em mãos a verdade dos fatos e a qual foi comunicada a identidade do verdadeiro culpado, mas a promotora de justiça ao invés de proporcionar a liberdade teria optado por solicitar o julgamento do acusado, esta situação teria se dado em razão da mesma estar concursando na justiça e teria preferido lavar as mãos e deixar a decisão nas mãos dos juízes.

Outro caso chamativo caso e a prisão do paraguaio Gustavo Ortega Lopez, preso após ser acusado de um suposto estupro da própria filha pela ex-esposa de duvidosa reputação na cidade de Pedro Juan Caballero, onde vizinhos da vítima se manifestaram contra a prisão do mesmo manifestando sua inocência e solicitando que seja investigado a denunciante, o suposto autor se encontra preso há aproximadamente dois meses com a sua presunção de inocência pisoteada junto aos seus direitos fundamentais constituídas como Leis em um país que viola de forma constante e deliberada a liberdade dos seus cidadãos, situação que deveria ser acompanhada pelos integrantes da Suprema Corte de Justiça e pelo promotor geral do Ministério Público paraguaio a fim de identificar a situação real dos presos no país e esta situação ainda deveria ao menos ser de interesse da Comissão de Direitos Humanos.      

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