quinta-feira , 23 janeiro 2020
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UNIDADE DE “INTELIGÊNCIA” DA POLÍCIA PARAGUAIA DURANTE BUSCA E APREENSÃO INVADE RESIDÊNCIA ERRADA, AGRIDE FAMILIAS E TENTA CALAR A IMPRENSA NA FRONTEIRA

Policiais da SIU (Sensível Unidade de Inteligência) da Polícia Nacional do Paraguai metem os pés pelas mãos durante busca e apreensão na cidade de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã, onde invadem residência errada, agridem a uma família e tenta calar a imprensa.

Os agentes da “inteligência” da Polícia Nacional do Paraguai, apoiados pelo promotor de justiça Isaac Ferreira, sem as informações suficientes chegaram da capital do Paraguai e invadiram uma residência errado e tentam cercear o trabalho da imprensa proibindo a realização de fotos e vídeos para os meios de comunicação cujos correspondentes se encontravam no local cobrindo a operação policial que supostamente investiga a apreensão de uma carga de droga na tarde de domingo na região da cidade paraguaia de Zanja Pytã e Capitán Bado.

O fato registrado na tarde de segunda feira (25) por volta das 18:00hs, na rua República de Cubas no bairro Bernardino caballero em Pedro Juan Caballero, onde os policiais invadiram uma residência derrubando o portão e agredindo violentamente uma família, indignou os membro de comunicadores sem fronteira e a advogada da família cuja residência foi invadida pela falta de informações dos policiais da “inteligência”, manifestou que ira denunciar o operativo policial que realizava busca e apreensão, pois além de gerar um constrangimento a família, deixou um ferido que se encontrava com uma criança de 04 anos no colo, a causa de um golpe de arma na cabeça e ainda destruiu parte do patrimônio da família que agora deverá arcar com os gastos para consertar o portão e outros bens destruídos pelos policiais da “inteligência” paraguaia.

Durante a busca e apreensão uma agente da Polícia Nacional identificada como a comissária Vega intimidou um dos comunicadores da Radio Império FM que cobria a notícia, situação que revoltou os membros da imprensa da região que repudiaram o ato da policial que tentou cortar a liberdade a informação em um operativo que mais parecia a um bando de delinquentes realizando arrastão que culminou em uma fracassada busca e apreensão na residência situada a metros do local invadido por engano, de onde a comitiva policial acompanhado do promotor de justiça saíram correndo em fuga da imprensa que esperava para uma entrevista, situação que evidencia a falta de preparo dos policiais e dos promotores de justiça para uma operação deste tipo na região de fronteira com o estado do Mato Grosso do Sul.

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