terça-feira , 15 outubro 2019
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PMs SÃO PRESOS POR ABORDAR ADOLESCENTE INFRATOR NO MATO GROSSO DO SUL

Juiz decide manter Policiais Militares presos, utilizando o argumento, que os mesmos atuaram supostamente com exagero durante a abordagem a um adolescente infrator no Mato Grosso do Sul.

A decisão do juiz Davi de Oliveira, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos, revoltou a centenas de agentes de segurança publica do estado, que protestaram em frente ao Fórum da cidade de Campo Grande após o Juiz manter a prisão preventiva de três soldados da Policia Militar na noite de terça feira (19) por supostamente terem agido com exagero durante a abordagem a um adolescente infrator.

O juiz decidiu assim “olvidar” que a Policia Militar esta para atuar na defesa da população e levar perante a justiça os infratores que não estão aptos a conviver na sociedade, proteger a delinquentes e bandidos não e trabalho de juiz e sim do sistema penitenciário brasileiro, a ação do citado juiz viola todos os princípios morais de uma corporação que não foi formada para atuar com beijinhos e abraços aos delinquentes que atuam com verdadeiros arsenais de primeira linha nas mãos, sem se importar se a vitimas tem familiares.

A cada vês mais vergonhosa situação brasileira não passa apenas pela crise que a população deve enfrentar e sim também decisões de juízes que buscam exterminar a policia com as “audiências de custodias”, onde o bandido que deve ser tratado com carinho após atuar de forma violenta contra os princípios da sociedade civilizada e algemados com cordão almofada do, pode manifestar que o policial lhe tocou o fio de cabelo ao juiz formado em direito, funcionário do estado, e este sem duvida alguma, ordenara a prisão do policial que deixou a sua família em uma residência situada em algum bairro da cidade, para sair a rua a defender a população das ações dos marginais e daqueles que pensam estar alem da Lei e da Constituição Brasileira, com a ação do juiz que decidiu manter a prisão de três soldados da Policia Militar e possível visualizar em um futuro bem próximo os cidadão de bem, atrás das grades e os delinquentes transitando livremente nas ruas das cidade do Mato Grosso do Sul.

A manifestação dos agentes indignados da policia do estado, deve ser acompanhada e apoiada pela população do Mato Grosso do Sul que dia a dia sofre as ações dos marginais que se presos pela policia, o policial corre o risco de ser preso e assim como tem sido o bandido em poucos dias estará em liberdade para novamente atuar contra a população do estado do Mato Grosso do Sul, já o “todo poderoso” decide no estado quem e bandido, que segundo se pode notar da decisão, são os “agentes da policia”, as de uma policia constituída para a defesa da população e que atua conforme a decisão de atuar dos bandidos, de uma policia que atua na defesa de um estado de direito, agora pisoteada por um “todo poderoso” que decide quem e bandido e quem deve estar na cadeia.

A vergonhosa situação não deve envergonhar os delinquentes e bandidos que hoje festejam a prisão de três soldados da Policia Militar no estado do Mato Grosso do Sul, a vergonha deve ser dos que tem conhecimento do que esta acontecendo e ficam de braços cruzados ante tamanha afronta não só a ética e a moral mas aos bons princípios da sociedade.

A população do grande estado do Mato Grosso do Sul assim como as entidades devem colocar os pés fora das salas com ar condicionado e sair as ruas a fim de que os próximos a estar na prisão não seja um familiar que bateu de chinelo em um delinquente que entrou em sua residência a fim de exterminar uma família, com o fim de levar um veiculo, um pouco de dinheiro e algumas joias.

Segundo o advogado de defesa, Laudo César Pereira, o promotor que acompanhou o caso chegou a solicitar o pedido de soltura dos policiais militares, que não foi acatado pelo juiz. De acordo com o presidente da ACS-MS (Associação de Cabos e Soldados de Mato Grosso do Sul), Edmar Soares da Silva, a associação deve entrar com novo pedido de revogação, agora da decisão do juiz.

Para os policiais que acompanharam o caso e protestaram pela liberdade dos soldados do 1º Batalhão da Polícia Militar, a decisão foi arbitrária. “O juiz se baseou nos indícios dos autos do processo, alegando que o adolescente foi lesionado pelos policiais. Nós da ACS e o advogado não concordamos, porque o juiz não levou em consideração a integridade dos PMs”, diz Edmar.

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