domingo , 17 novembro 2019
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DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS COLOCA SAÚDE INDÍGENA EM RISCO NO MS

Distribuição de cargos coloca saúde indígena em caos no estado do Mato Grosso do Sul onde no dia 09 de outubro deste, foi publicada na Portaria 2.656 do Ministério da Saúde, e transcrita no Diário Oficial de União (DOU) de mesma data, a troca de função de coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Mato Grosso do Sul.

O indígena Fernando Souza coordenador exonerado foi substituído por Eldo Elcídio Moro, como coordenador nomeado situação que gerou protestos no estado, onde Fernando Souza, mesmo sem ter apoio da maioria das comunidades indígenas do estado, que são de etnia Guarani e Kaiowá, e constituem a segunda maior comunidade do Brasil e Fernando sendo da etnia Terena, douradense da Aldeia Jaguapirú, conquistou aliados ao longo de sua gestão na Fundação Nacional do Indio (FUNAI) e por último no DSEI, na capital do estado.

Segundo informações entre as ações de Fernando esta a nomeação de parentes de lideranças indígenas regionais, em cargos importantes na Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), e dar trabalho para outros indicados. Com isso, trabalhadores da saúde indígena, afirmam que ele havia “comprado” as lideranças no estado, e conquistado influência sobre as comunidades, e atribuem como um dos motivos das SESAI não funcionarem a contento, e a saúde indígena viver um caos atualmente.

 O Ex-coordenador distrital da SESAI, Fernando da Silva Souza também teria entregado cargos bem remunerados a seus familiares, através da influência na Missão Evangélica Caiuá.

Entre os parentes estaria os próprios filhos com um salario de mais de oito mil reais e ocuparia a função de coordenador operacional, outro ocuparia o cargo de Gerente Administrativo com um salário de mais de cinco mil reais e a esposa com cargo de Técnica Administrativa com um salario de mais de quatro mil reais, já uma sobrinha de Fernando contratada como Técnica Administrativa com um salário também de mais de quatro mil reais, atualmente a mesma esta contratada como enfermeira, já o sobrinho da esposa de Fernando atuando na função de Enfermeiro e Chefe de Equipe no pólo de Amambai ganha mais de oito mil reais e a esposa deste como Vacinadora e Digitadora do pólo trabalha apenas 4 horas por dia com um alto salario, já outro sobrinho da esposa de Fernando, é também um dos chefes do pólo tem um salario superior aos oito mil reais,  assim como o cunhado de Fernando Souza, contratado no cargo técnico que não teve o , salário divulgado tem a esposa com um salário de mais de sete mil reais por ocupar a função de enfermeira.

Pela que ante a exoneração de Fernando, os coniventes com a situação, que não passaria de uns 100 indígenas, teriam iniciado a movimentação de protesto no estado do Mato Grosso do Sul que até o momento não foi investigada pelas autoridades competentes do estado que tem assistido nos últimos dias que algumas ações realizadas pelos indígenas no estado tem pura motivação financeira, evidenciada com a prisão de dois ao extorquir um produtor rural no interior do estado do Mato Grosso do sul.

Veja o caso http://poranews.com/?p=44395

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