terça-feira , 15 outubro 2019
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HR DE PONTA PORÃ PROMOVE SESSÃO DE CINEMA PARA CRIANÇAS INTERNADAS

A comissão de humanização do hospital realizou uma sessão especial de cinema. O paciente Jorge Valenzuela, 8 anos, escolheu o filme infantil Power Ranger. A atividade integra a política de humanização e gestão hospitalar com excelência em unidades públicas administradas pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

“Oportunizar esses momentos, que fogem da rotina habitual dos pacientes, é uma forma de contribuir no tratamento de maneira exclusivamente positiva. Temos muitos estudos comprovando que o uso da brinquedoteca durante o tratamento hospitalar reduz o tempo de internação dessas crianças. Isso mostra que estar doente não quer dizer que tem que parar de viver ou brincar. Essa sessão cinema vem contribuir com a melhora no tratamento dos nossos pacientes”, afirmou a médica pediatra Patrícia Caetano.

Os palhaços da alegria levaram pipoca e acompanharam as crianças durante o filme. “A iniciativa foi ótima para animar as crianças, elas amaram o cinema. Essas atividades são importantes para distraí-las no ambiente hospitalar”, comentou Marcia da Silva Gomes, mãe do Mateus Gabriel Gomes, 8 anos.

Humanização – A unidade conta com uma comissão de humanização composta por equipe multidisciplinar que busca promover a qualidade, melhoria e eficiência no serviço prestado aos pacientes. A sessão de cinema na brinquedoteca está prevista para acontecer semanalmente.

Marciel Valenzuela, pai do paciente Jorge Valenzuela, 8 anos, elogiou a equipe pela ação. “Agradeço a todos que estão fazendo bem para meu filho e realizaram essa atividade pensando no bem estar dele. Mesmo sem poder andar, ele ficou contente de assistir ao filme que tanto queria”, contou.

Jorge enfrenta uma doença nos quadris que o impossibilita andar. Para que ele pudesse assistir ao filme de forma confortável junto às outras crianças, a cama foi levada até a brinquedoteca. O psicólogo da unidade, Gabriel Flores, ressalta que a ação é terapêutica. “Essas atividades lúdicas e de lazer minimizam os processos negativos da hospitalização. Sugerimos que o paciente Jorge escolhesse o filme para alegrá-lo e distraí-lo do leito onde estava”, pontuou.

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