sexta-feira , 23 agosto 2019
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EVENTO DEIXA EM EVIDÊNCIA QUE REINSERÇÃO SOCIAL DE INTERNOS E UMA REALIDADE EM PONTA PORÃ

Festa junina no presídio “Ricardo Brandão” em Ponta Porã mostra possibilidade de reinserção social de detentos em trabalho conjunto com a sociedade.

A festa junina realizada pelo diretor Carlos Eduardo Lhopi Jardim, com apoio da equipe da AGEPEN (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) deixa em evidência as diversas possibilidade da reinserção social dos detentos em um trabalho conjunto com a sociedade, durante o evento prestigiado por várias autoridades municipal e da sociedade civil, os internos do presídio “Ricardo Brandão” desenvolveram varias atividades e demonstração de habilidades com artesanato, alimentação e varias outras atividades que podem beneficiar a população do estado do Mato Grosso do Sul, onde o atual diretor Carlos Jardim tem focado na reinserção social dos internos junto a sociedade com trabalhos voltados a uma profissionalização da pessoa.

Os internos participantes do evento manifestaram que a reinserção social no presídio “Ricardo Brandão” e uma realidade e que os trabalhos ali realizados além de descontar dias na condena ainda profissionaliza o interno que se prepara com qualificação necessária para atuar ao voltar a sociedade, “O que aprendemos aquí nos prepara para a vida futura, onde agora voltaremos com uma profissão e qualificado para trabalhar” disse um dos internos.

Considerada um dos melhores presídios do estado pelos próprios internos e pela sociedade, o presídio “Ricardo Brandão” em Ponta Porã atualmente conta com 534 m² de área construída com alta qualidade nas estruturas, esta obra realizada no ano de 2017 pelo então e atual diretor Carlos Jardim, surpreendeu pelo baixo custo em que foi realizada, totalizando em torno de R$ 400 mil em investimentos, com uma economia estimada de R$ 1, 47 milhão, que segundo Carlos Jardim, foi possível graças ao trabalho de reinserção social que é feito na penitenciária e que ocupa detentos em várias frentes laborais.

De acordo com o diretor da unidade penal, Carlos Eduardo Lhopi Jardim, além de toda mão de obra ter sido de reeducandos, até os tijolos utilizados foram feitos no presídio e outros materiais, como cimento, foram adquiridos à base de troca por pisos, lajotas e tijolos feitos na olaria do estabelecimento prisional.

Para a sociedade pontaporanense, a ampliação realizada é um verdadeiro modelo de gestão, habilidade primordial para a administração pública, pois, além de ter possibilitado a utilização dos internos com ocupação produtiva, essencial para o processo de ressocialização, propiciou uma grande economia para os cofres públicos, permitindo que esses investimentos sejam direcionados a outras ações.

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