sexta-feira , 20 setembro 2019
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COMUNICADORES DA FRONTEIRA COBRAM POSICIONAMENTO DAS AUTORIDADES SOBRE INTIMIDAÇÕES DE “JAGUNÇOS” A COMUNICADOR NO INTERIOR DO MS

Radialista sofre intimidações durante realização de trabalho em favor da população em cidade do interior do Mato Grosso do Sul e comunicadores da fronteira, cobram posicionamento imediato das autoridades sobre o caso.

O comunicador radialista e jornalista Edicarlos Oliveira, locutor chefe da radio emissora “Alto Paraguay Fm”, denunciou na tarde de quinta feira (27) que ao atender o chamado de moradores que reclamavam a espera de mais de seis horas por atendimento no Hospital Oscar Ramires na cidade de Porto Murtinho, onde o radialista chegou e solicitou falar com a diretora da unidade a fim de conhecer a situação, acabou se deparando com os guardas de uma empresa de segurança denominada “MG Segurança” que chegaram ao local apoiados por Policiais Militares da cidade, os mesmos segundo informações, teria sido alertados da presença do radialista no local por um segurança da empresa, conhecido pela violações constantes dos direitos humanos e pela brutalidade em que atua contra os adolescentes do município, onde até as autoridades mesmo conhecendo as varias denuncias existente contra os funcionários da empresa, preferiram ficar de braços cruzados e inclusive homenageado a empresa com uma comenda na Câmara de Vereadores, o que indica que as autoridades do município poderiam estar sendo cúmplices das ações dos guardas da empresa de segurança que mantém inclusive a “policiais militares” nas rédeas no municipio.

A ação de intimidar o radialista deixou indignado a classe de comunicadores que atuam nas áreas de fronteira, que solicitaram ao Sindicato de Jornalistas e Radialistas do Mato Grosso do Sul um posicionamento imediato sobre o caso e que cobre das autoridades responsáveis pela segurança pública e do executivo municipal explicações da razão de utilizar policiais e jagunços para intimidar  um comunicador durante o exercício legal de sua profissão, esta mesma solicitação será enviada a comissão de direitos humanos do Brasil e do exterior a fim de que situações como esta não se repita em cidades do Mato Grosso do Sul, onde o abuso de autoridade contra comunicadores deve ser investigada pela Polícia Federal e punida com o rigor da Lei.

Informações indicam que após o radialista ter sido intimidado durante a realização de seu trabalho no hospital, um veículo utilizados pela empresa MG realizou “passadinha” em frente a residência do comunicador, demostrando assim uma atuação fora dos padrões a que foi a empresa contratada no município, o caso deve ser denunciado pelo comunicador na Polícia Civil e posteriormente pelos comunicadores que atuam na região de fronteira as autoridades competentes do estado a fim de que situações como estas não voltem a ocorrer contra comunicadores, onde jagunços usurpam funções da polícia e utilizam os integrantes da segurança publica, em suas ações delitivas contra comunicadores da região de fronteira.

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