sexta-feira , 19 abril 2019
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MENINO DE 11 ANOS MORRE NO INTERIOR DO MS COM SUSPEITA DE DENGUE HEMORRÁGICA

O pequeno Nicolas Lima H. Ferruzzi, de 11 anos, morreu nesta sexta-feira (22), às 03h35, com suspeita de dengue hemorrágica em Dourados.

O garoto deu entrada no Hospital Santa Rita na última terça-feira, dia 19, em estado gravíssimo, e transferido ao Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados na manhã de ontem (21), às 07h, a pedido dos pais, e foi encaminhado à UTI (Unidade de Tratamento Intenso), conforme informações apuradas pela reportagem da 94FM.

Nesse período, foi feita uma campanha na internet solicitando doações de sangue B+ ou O- para a criança. Mas, na madrugada de hoje, o pequeno não resistiu.

À 94FM, a comunicação do HU informou que foi realizado exame e diagnosticado dengue hemorrágica, mesma informação repassada pelos pais da vítima, que são médicos.

A reportagem também entrou em contato com o coordenador da Vigilância, Devanildo de Souza, e foi informada que o caso ainda está sendo verificado.

CASOS CONFIRMADOS DE DENGUE

Boletim epidemiológico divulgado ontem (21) pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul mostra que, em 2019, Dourados já registrou 481 notificações de dengue, com 185 casos confirmados.

Durante todo o ano de 2018, foram 21 confirmações da doença.

ATIVIDADES SUSPENSAS 

O Colégio Lumière informou na rede social que, em respeito à família do pequeno Nicolas, as atividades foram suspensas nesta sexta-feira.

O que é a dengue hemorrágica?

Embora ainda seja chamada de dengue hemorrágica pela população, a versão mais ameaçadora dessa doença agora tem o nome de dengue grave, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além dos sintomas clássicos (febre, enjoo e dores no corpo), ela envolve sangramentos, palidez, sudorese, dificuldade de respirar e comprometimento de alguns órgãos. Isso tudo pode matar.

Existem quatro tipos de vírus da dengue e qualquer um pode causar esse problema pra lá de perigoso. Mas tem um detalhe: os quadros graves são mais comuns em quem já foi atacado por um desses agentes infecciosos anteriormente. Isso porque, na segunda agressão, o sistema imunológico do próprio paciente tende a disparar uma reação excessivamente forte.

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