quarta-feira , 19 junho 2019
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PRESIDENTE DA ACEPP SE REVOLTA CONTRA EVENTO “GUERRA D’ÁGUA” E ENTRA EM ROTA DE COLISÃO

Presidente da ACEPP (Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã) entra em rota de colisão com comerciantes e a população de Ponta Porã.

A atual presidente da ACEPP, Fabricia Dias, que assumiu a administração da entidade, após a morte em acidente do empresário Eduardo Gauna, nos últimos dias colocou a entidade em rota de colisão com os comerciantes e a população da cidade com as suas manifestações pessoais utilizando o nome da entidade, situação que tem molestado os comerciantes e empresários de Ponta Porã, já que a situação evidencia o despreparo da mesma para dirigir uma entidade de importância e que deveria defender os interesses dos comerciantes e empresários e ser parceira da administração municipal e estadual na solução dos problemas na cidade, mas longe de parceria a mesma, segundo informações, tem atacado aos comerciantes por questões de desafetos pessoais, a mesma estaria utilizando funcionários pagos pela ACEPP para se promover comercialmente na região, situação que poderia deixar em evidência um desvio de função na entidade que começa perder o objetivo de sua existência.

A mesma após atacar um comerciante da cidade do ramo de veterinária acabou sendo denunciada e processada pelo proprietário da veterinária,  contra quem há realizado várias denuncias infundadas, situação inadmissível na atuação de uma representante da entidade, que ao não ter projetos que beneficiem a região de fronteira, divaga solitária atacando a gregos e troianos, assim como as festas populares da cidade que se tornaram uma tradição para os moradores da fronteira, cuja brincadeira a mesma, em suas divagações, acredita deve ser banida, sem, como representante de uma classe apresentar um projeto, e para isso utiliza o nome da entidade onde expõe as suas manifestações pessoais, olvidando se da existência de uma diretoria eleita para presidir a entidade, cujo mando a mesma teria tomado o total controle para a satisfação de seus desejos pessoais.

Ao chamar, em nome da ACEPP, a famosa e tradicional “Guerra d’água” regulamentada pela Lei Municipal 3188/2001 de autoria do vereador Marcelino Nunes de Oliveira, de vandalismo na pagina da entidade, ficou em evidência que a ACEPP se posiciona em rota de colisão contra a população que movimenta a economia da cidade com compra os balões, consumo de água e compra de combustível para os veículos e assim transitar pela avenida Brasil onde acontece a brincadeira, chamar essa população de vândalos se encontra fora da atitude de uma representante de classe, razão pela que a atual diretoria deve tomar cartas no assunto antes que a entidade perca o seu papel de importância na sociedade fronteiriça, onde a presidente em tom de ameaça diz que providências serão tomadas.

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