domingo , 21 abril 2019
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ATITUDE DOS CALOUROS DE FACULDADE DE MEDICINA RECEBE CRÍTICAS NA FRONTEIRA

Atitude de calouros de universidades de medicina da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero em Ponta Porã e alvo de críticas de comerciantes e moradores.

Vários universitários calouros do curso de medicina de universidade da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, realizaram um trote na manha de quarta feira (13) no centro da cidade de Ponta Porã, onde comerciantes e moradores criticaram duramente a atitude de alguns calouros que solicitavam uma moedinha no transito da cidade com cervejas e garrafas de vodca na mão, tal situação irritou alguns condutores de veículos que ao parar nos semáforos eram abordados pelos calouros com bebidas alcoólicas na mão.

As atitudes dos calouros no trânsito da cidade deixa em evidência que a instituição de ensino a qual pertencem, estaria pisoteando a Lei estadual do Mato Grosso do Sul de número 2.929 de 9 de dezembro de 2004, que dispõe sobre a proibição do trote, quando a mesma e realizada sob coação, agressão física, moral ou qualquer outro constrangimento que possa colocar a saúde ou a integridade física dos calouros, já que os mesmos ao ingerirem bebidas alcoólicas em meio ao intenso trânsito poderiam acabar sofrendo algum acidente, a situação além expor os calouros a uma conduta fora dos costumes acadêmicos esperados de um universitário ou de uma universidade.

Algumas universidades de medicina de Pedro Juan Caballero desde o ano passado passaram a realizar o trote com ações sociais que chegam a beneficiar a população da região de fronteira, trote aplaudido pelos moradores no ano passado, já neste ano alguns calouros voltaram a ocupar a área central de Ponta Porã, onde a princípio ao ingerir bebidas alcoólicas na rua estariam cometendo uma contravenção penal, os mesmos ainda ao transitar no meio da rua pedindo as moedinhas, não podem perturbar a ordem e o sossego dos transeuntes e condutores de veículos automotores e nem atrapalhar o tránsito.

Estranhamente o trote não e realizado no território onde as faculdades se encontram estabelecidas e a razão pela que os calouros cruzam a fronteira e realizam o trote na cidade de Ponta Porã não foi explicada pelos mesmos.

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