sexta-feira , 22 fevereiro 2019
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NA CONCORRÊNCIA COM O SPOTIFY, JOVENS DE BANDEIRANTES CRIAM O SPOTIFUNK

Hoje em dia quase tudo produzido no mercado musical está disponível nas plataformas digitais. Dentre elas está o Spotify, que disponibiliza mais de 40 milhões de músicas para os usuários. Mas você já ouviu falar do aplicativo Spotifunk? A ideia é sul-mato-grossense e não vem de um funkeiro. Cleiton Malaquias, que mora em Bandeirantes, é estudante de Medicina no Paraguai e decidiu ajudar a galera a criar uma playlist personalizada, igual no Spotify, mas sem pagar nada. No aplicativo dele, a pessoa consegue baixar as músicas para ouvir quando e onde quiser, sem precisar de uma conexão com a internet, e ainda pode compartilhar com os amigos.

Antes de estudar Medicina, Cleiton era produtor de eventos, teve contato com o funk e viu no gênero musical uma oportunidade de negócio, já que o público é cada vez maior. Mas o funk não é feito só de cantores famosos. Apesar de existirem várias categorias, como ousadia, melody, ostentação, proibidão… Cleiton explica que o gênero é dividido em funk comercial, que é o que toca na TV, nas rádios, no Spotify, que todo mundo conhece, e o funk do fluxo, que não é tão reconhecido pelo público em geral, mas toca nas ruas, nas periferias, nos “paredões”.

Página inicial do plicativo Spotifunk. (Foto: Reprodução/Aplicativo)

Página inicial do plicativo Spotifunk. (Foto: Reprodução/Aplicativo)

A ideia de criar o aplicativo surgiu quando Cleiton estava procurando algumas músicas, mas era difícil encontrar os “funks de rua” nas plataformas digitais. “Tinha que achar o vídeo da música no Youtube, colocar o link num outro site pra poder baixar, dava trabalho. Daí eu pensei ‘e se eu criar tipo um Spotify só pra esse tipo de música?’ e aí eu decidi fazer”, conta ele.

Mas criar um aplicativo não é tarefa fácil e envolve várias etapas complexas que nem todo mundo consegue realizar. Cleiton lembra que procurou um profissional da área para fazer um orçamento, mas se assustou com os R$ 15 mil cobrados pelo serviço. Como ele não tinha a grana, o jeito foi improvisar: pediu ajuda para o amigo Pedro Horácio, que é desenvolvedor de sites. “Chamei o Pedro, que trabalha com sites mas nunca tinha criado um aplicativo, esse foi o primeiro dele. No começo ele achou que não ia dar muito certo a ideia, mas depois topou ajudar. E a gente botou a mão na massa mesmo, fomos ver vídeos na internet de como se fazia, porque a gente não sabia muita coisa, e foi assim que a gente criou o app”, conta ele.

Fonte www.campograndenews.com.br

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