domingo , 24 março 2019
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CÔNSUL DO BRASIL NO PARAGUAI TENTA SE SALVAR EM NOTA E ATACA A IMPRENSA, MAS FAMÍLIA BRASILEIRA CONTINUA A SOLICITAR SOCORRO NA FRONTEIRA

Cônsul brasileiro no Paraguai emite nota tentando se defender de críticas na cidade de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã.

O comunicado divulgado no site local, o cônsul, Vítor Hugo Irigaray, do Brasil no Paraguai manifesta que tomou conhecimento de que recebeu duras críticas pela sua inoperância no atendimento a uma família que solicitou socorro a imprensa e ao diretor da UCP (Universidad Central do Paraguai) onde a mãe da jovem Maria Angélica Pereira Galdino (22) que ao sofrer sérios transtornos pós-parto abandonou seu filho recém nascido na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero e cujos familiares chegaram ate a cidade com a intenção de rever a criança e lutar pela liberdade da jovem brasileira que se encontra a disposição da justiça em uma clínica da cidade onde se encontra internada em tratamento, cujo filho foi entregue a avó materna com o apoio da imprensa.

O cônsul que se encontra de férias, ao invés de atender ou enviar um responsável para atender os interesses da universitária brasileira e sua família, decidiu lançar ataques contra o site de comunicação www.poranews.com e um dos jornalistas do meio de comunicação que tem divulgado matérias onde os universitários solicitavam o apoio da imprensa ante a inoperância do cônsul que ao tomar conhecimento via imprensa decidia se mexer e pedir respeito pelos universitários e a denunciar suposta corrupção policial e abusos contra os universitários após conhecer estes casos vía a imprensa que lhe tem dado em todo momento um norte a seguir, assim como tiveram que fazer representantes da advocacia, quando o Cônsul extrapolava suas funções e teve que se adequar e voltar a atuar como cônsul do Brasil no exterior.

Familiares da jovem continuam pedindo socorro a imprensa, a diretores da universadad e as autoridades a fim de que alguém tome cartas no assunto e os apoie na liberação da jovem universitária a fim de que possa retornar a sua vida junto aos seus familiares e seu filho pequeno e possa receber um tratamento de acorde ao necessário, isto o cônsul se olvidou de mencionar em sua nota, onde manifestou que o jornalista, por desconhecimento e amadorismo, desconhece a atuação da repartição que segundo, Vitor Hugo, a “missão diplomática” tem feito muito para ajudar os estudantes brasileiros a viverem em paz na cidade, na mesma cidade onde uma família brasileira clama por apoio a mais de um mês.

Vitor Hugo usa ainda em sua defesa as postagens dos “amigos” estudantes dizendo, “estudante algum postou comentário desabonador contra o trabalho do Cônsul, do Consulado ou dos Assessores Jurídicos que nele atuam”, sem comentar de ligações e pedidos para tais postagens.

Ainda segundo a nota, os comentários postados por inúmeros alunos dão testemunho da verdade, bem como outras mensagens de solidariedade recebidas de inúmeros cidadãos brasileiros e  professores universitários, estudantes, cidadãos brasileiros e de diretores e professores universitários, se olvidando que uma família e o diretor de uma das mais conceituada universidade da cidade lhe verteram o qualificativo de inoperante e denunciado o abandono dos brasileiros nesta parte da fronteira, onde o Consulado do Brasil em Pedro Juan Caballero, segundo Vitor Hugo Irigaray “condena o tipo de jornalismo amarelo não condizente com a verdade, e que busca semear a cizânia em terra fértil” diz Vitor Hugo Irigaray, dando a entender que as criticas a sua atuação não será aceito e terá a condena do Consulado do Brasil em Pedro Juan Caballero.

Segundo um dos diretores, o Grupo Poranews esta longe de querer ou ganhar aplausos do Cônsul ou de alguma autoridade e mesmo em meio a críticas dos “amigos” dessa ou daquela autoridade, “o Grupo Poranews seguira atendendo os interesses dos brasileiros e paraguaios na região de fronteira e cobrando das autoridades o cumprimento das suas funções como representante do povo e que se não forem capaz de cumprir as suas funções por despreparo ou desconhecimento devem pedir para sair do cargo, pois o Grupo Poranews não está para agradar a nenhuma autoridade e sim a população e daqueles que necessitam apoio” diz Leo Veras

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