sábado , 19 janeiro 2019
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EXECUÇÃO DE JOVEM EM CELA DO SISTEMA PRISIONAL ABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE PROSTITUIÇÃO DE MENORES NAS PRISÕES DO PARAGUAI

A execução da jovem paraguaia na cela prisional do narcotraficante brasileiro Marcelo Piloto, abre investigação a fim de apurar entrada de menores no interior do sistema prisional, segundo o meio de comunicação www.hoy.com.py, onde jovens estariam entrando como noiva para visita íntima com presos, situação esta que evidencia a existência da prostituição nas prisões do Paraguai.

A execução da jovem paraguaia Lidia Meza Burgos(18) destampou a prostituição existente nos centros de reclusão do Paraguai, onde as jovens entram sem o mínimo problema como noivas de presos para encontros íntimos, mesmo que o preso receba a visita de esposa ou concubina, a facilitação para que jovens paraguaias entrem nas celas prisionais teria a cumplicidade de policías, diretores e carcereiros no país, onde segundo o Diretor do Sistema Penitenciário, Blas Martinez, manifestou a existência de visitas de jovens aos reclusos, “existem casos onde as jovens entram como noivas, nos não temos uma estatística dessas visitas, estamos criando um programa que dificultara este tipo de acesso aos centros prisionais, pois pretendemos no menor tempo possível ter o controle dos ingressos e saídas das visitas nas prisões” disse Blas Martinez

O jurista Marcos Kohn Gallardo manifestou que os reclusos não podem receber visitas de mulheres, salvo que se comprove a existência de uma relação estável entre ambos, Marcos Kohn disse ainda que a execução ocorrida na Agrupação especializada da Polícia Nacional do Paraguai e o resultado de uma crise existente nas filas policiais e que explodiu durante o final de semana, já o advogado Cesar Caballero, da família Meza Burgos pediu que se investigasse o caso com profundidade e se investigue a rede de prostituição que buscam reclutar as jovens para visita a presos nas penitenciarias do país, onde o Ministério Publico abriu uma investigação encabeçada pela Unidade de Trata de Pessoas que já identificou a entrada de 289 menores no interior do sistema prisional para visita intima com presos, as idades das menores variam entre 13, 15 a 17 anos, segundo o informe da Unidade de Tratas de Pessoas, estas menores teriam ingressado ao interior do sistema prisional manifestando apenas ser sobrinha, filha ou familiar próximo ao detento, as mesmas não sofreram nenhum tipo de controle de parte das autoridades prisionais que inclusive deixam que as menores permaneçam ate por uns quatro dias em companhia do preso.

O informe preliminar da Unidade de Trata de Pessoas, segundo o Ministério Publico evidencia a alta vulnerabilidade para a integridade física e psicológica das menores que são expostas dessa maneira pela que as investigações seguem e devem alcanças todos os centros penitenciários existentes no país em um curto período de tempo.

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