sexta-feira , 19 outubro 2018
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APÓS ANALIZAR PERFIL DOS CANDIDATOS ELEITOR DE 101 ANOS VAI ÀS URNAS VOTAR EM PONTA PORÃ

Alinhado no terno azul marinho, do mesmo jeito que estava alinhado na escolha dos candidatos, o aposentado Martimiano Lima, de 101 anos, acordou cedo, se arrumou e “fez questão” de votar em um pequeno colégio de Ponta Porã, na região de fronteira com o Paraguai.

O idoso chegou ao local por volta das 10h (de MS), acompanhado de um dos filhos. “Nós brasileiros temos que procurar melhorar o nosso Brasil e temos que colocar o candidato que achamos que vai dar certo, votar nele…os brasileiros honestos não podem deixar acontecer o que aconteceu. O nosso Brasil pode ser melhor, por isto estou aqui, para ver se colocam [ no poder] gente boa”, afirmou.

Com relação aos candidatos, a filha Maria dos Anjos Colman conta que ele quer saber tudo. “Como ele não enxerga direito, não gosta mais tanto de assistir TV, ele pergunta muito. Faz questão de saber os detalhes, qual é bom, qual fez algo…ele lembra e a gente o traz para votar, após ele analisar a vida e carreira de cada candidato”, ressaltou.

A filha ainda fala que é uma honra muito grande acompanhá-lo. “A idade dele, 101 anos, ainda tendo esta vontade e dever cívico de representar, ir lá e votar e dizer: eu quero um Brasil melhor. É um orgulho para nós e espero que sirva para bastante gente ainda. Todos vem aqui, todos os anos os mesários já conhecem ele e, de 2 em 2 anos, lembram dele. Ele quer colocar, a melhor roupa, para vir representar. É uma alegria, uma dádiva que temos, graças a Deus”, finalizou.

Sobrevivente de guerra

Natural de Amambai, a 332 km de Campo Grande, Martimiano saiu da cidade natal, aos 20 anos, para trabalhar na rede ferroviária em Ponta Porã. Lá ele casou, teve cinco filhos e mora há 80 anos. No ano anterior, o idoso conseguiu reunir filhos, netos, bisnetos e trinetos para comemorar o centenário, falar da época em que atuou no Exército, participou de guerra e inclusive sobreviveu a tiros.

“É uma honra muito grande. A idade dele, 101 anos, ainda tendo esta vontade e dever cívico de representar, ir lá e votar e dizer: eu quero um Brasil melhor. É um orgulho para nós e espero que sirva para bastante gente ainda. Todos vem aqui, todos os anos os mesários já conhecem ele e, de 2 em 2 anos, lembram dele. Ele quer colocar, a melhor roupa, para vir representar. É uma alegria, uma dádiva que temos, graças a Deus”, ressaltou a filha Maria dos Anjos Colman.

Fonte Mauro Almeida/ TV Morena

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