domingo , 21 outubro 2018
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SEGUNDO RSF BRASIL E PARAGUAI SÃO PAÍSES CONSIDERADOS PERIGOSOS PARA O JORNALISMO

Segundo a organização “Repórteres Sem Fronteiras” as ameaças e agressões contra os jornalistas e as rádios comunitárias são frequentes no Paraguai.

A entidade manifesta que as ameaças são encomendadas por organizações criminosas ou pelas autoridades, que se beneficiam de um clima de forte impunidade existente no país. No contexto de manifestações, os jornalistas são regularmente feitos alvo e vítimas de violências.

A região fronteiriça com o Brasil e a Argentina são especialmente consideradas perigosas para os jornalistas que investigam o tráfico de drogas e a corrupção. A paisagem midiática no Paraguai é muito concentrada e os meios de comunicação comunitários ainda encontram dificuldades para existir.

Já o Brasil e considerada ainda é um dos países mais violentos da América Latina para a prática do jornalismo. A ausência de um mecanismo nacional de proteção para os repórteres em perigo e o clima de impunidade – alimentado por uma corrupção onipresente – tornam a tarefa dos jornalistas ainda mais difícil.

Em um contexto de forte instabilidade política, ilustrado pela destituição da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016 e pela incerteza que envolve a corrida presidencial 2018, a liberdade de informação está longe de ser uma prioridade para os poderes públicos. A paisagem midiática ainda é bastante concentrada no país, sobretudo ao redor de grandes famílias industriais, com frequência, próximas da classe política. O segredo das fontes é, com frequência, atacado no país e inúmeros jornalistas investigativos são alvo de processos judiciais abusivos.

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