quinta-feira , 16 agosto 2018
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DEMORA NO ATENDIMENTO, ENXURRADAS DE CRITICAS E CONSTANTES ATRASOS NOS PAGAMENTOS EXPÕE POSSÍVEL CRISE DO “GRUPO GERIR” EM PONTA PORÃ

Demora no atendimento, enxurradas de criticas e constantes atrasos nos pagamentos a funcionários e empresas fornecedoras de produtos e serviços, expõe possível crise no “Grupo Gerir” em Ponta Porã.

A parceria entre o governo do Mato Grosso do Sul e o “Grupo Gerir” para administrar o Hospital Regional de Ponta Porã, anunciada com grande festa pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) após o ex-prefeito Ludimar Novais (PDT) ter equipado o hospital com modernos equipamentos médicos, seria, segundo as autoridades do município e do estado na época, um hospital modelo que ofereceria atendimento medico com qualidade a população de Ponta Porã, passado alguns anos da parceria, tudo o que se vê são avalanches de reclamações, tanto no atendimento, como nos atrasos de pagamento aos funcionários dos vários setores que mantem em funcionamento o hospital, as constantes paralizações tem colocado em evidencia a falta de cumprimento dos compromissos adquiridos pelo “Grupo Gerir” com Ponta Porã, onde ao firmar a parceria teria recebido um apoio financeiro por dois meses adiantado, situação que colocou o grupo em boa situação econômica para atender com excelência medica a população da região e ter dinheiro reserva em caixa, mas os constantes atrasos na folha de pagamento evidencia que a mesma estaria à espera constante dos repasses do governo do estado para manter o hospital em funcionamento com UTIs com valores que oscilam mais de 450 mil Reais mês, mas que em muitos casos os pontaporanenses ao precisar não conseguem uma internação pela que devem procurar apoio em hospitais de cidades próximas.

A falta de cumprimento dos compromissos adquiridos pelo “Grupo Gerir” com os funcionários e empresas que fornecem seus produtos e serviços, coloca a situação dos mesmos em risco ao atrasar os pagamentos que os funcionários utilizam para comprar as necessidades de suas famílias e as empresas para cumprir seus compromissos com os fornecedores, esta situação teria colocado os funcionários em uma difícil situação com contas atrasadas e tendo que pagar multas no pagamento das contas atrasadas, as empresas também estariam correndo a mesma situação, mas estas com o risco de fechar as portas e deixar os empregados na fila do desemprego.

A caótica situação devera ser investigada pelos vereadores de Ponta Porã que foram eleitos para legislar e fiscalizar em favor da população de Ponta Porã, também o Ministério Publico deveria investigar a atual situação da administração do Hospital Regional e verificar como esta sendo utilizado os repasses do dinheiro publico pelo governo do estado no “Grupo Gerir” em Ponta Porã.

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