segunda-feira , 25 junho 2018
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ORGANIZADORES DA “54ª EXPOAGRO” RECEBEM ENXURRADA DE CRITICAS NO MS

Sindicato Rural da cidade de Dourados recebe enxurrada de criticas ante a falta de preparo na realização da exposição agropecuária e industrial “54ª Expoagro”.

O temporal que atingiu o Parque de Exposições João Humberto de Carvalho na noite de sexta-feira (18) fez com que o evento também receba uma enxurrada de criticas ante a incompetência e desorganização dos “organizadores” que se encontravam perdidos e contrataram seguranças despreparados para atuar com os visitantes, o evento evidenciou que a Sato Comunicação, empresa que pelo segundo ano tomou a frente da organização da Exposição Agropecuária e Industrial de Dourados, existe apenas de fachada e demonstrou a incompetência dos responsáveis, que segundo os visitantes, deu mais uma prova de arrogância e incapacidade ao não conseguir organizar, nem mesmo, o estacionamento e a segurança do Parque de Exposições. “Foi uma vergonha, como recebe dinheiro público dos governos municipal, estadual e federal, o que se viu neste ano na Expoagro é digno de investigação por parte do Ministério Público Estadual” manifestou um dos visitantes indignado.

A empresa Sato Comunicação situada na capital do Mato Grosso do Sul além de não gerar um único emprego durante o evento na cidade, junto com o “presidente”  Lúcio Damália, do Sindicato Rural tentou limitar o trabalho da imprensa, atuando com desrespeito e prepotência com os profissionais dos quais limitou o acesso ao parque de exposições a fim de esconder as aberrações que ocorriam no local, onde segundo informações, a leitura do “presidente” é que o Sindicato Rural não precisa tratar jornalistas com respeito e nem credenciar todos os veículos de comunicação porque a Expoagro é, por si só, notícia para esses veículos, demostrando assim a sua arrogância, falta de respeito e preparação ante os profissionais da imprensa.

A reclamação generalizada alcançou os shows realizada pelos “organizadores”, onde em media  os visitantes tinham que ficar mais de hora no interior do veículo só para estacionar em meio ao lamaçal pagando um valor de 30 Reais, com seguranças tratando o público como “gado”, dando empurrões em consumidores que pagaram para ter acesso às áreas Vips, onde os  seguranças e contratados demonstraram um profundo complexo de autoridade, chegando ao ponto de impor constrangimento aos consumidores e aplicar uma autoridade que não tinham.

A desorganização total não alcançou apenas o primeiro dia do evento já que se prolongou nos dias seguintes com mais desrespeito, falta de preparo com shows totalmente fora de horário, o que fez crianças e adolescentes permanecerem ate a madrugada para assistir o show de alguns artistas.

Quem trabalhou na cobertura da Exposição Agropecuária e Industrial de Dourados não escondeu a decepção com a atual direção do Sindicato Rural e lembrou dos tempos em que os profissionais da imprensa eram tratado com respeito, sobretudo nas gestões de Gino Ferreira, Issao Iguma Filho e Marisvaldo Zeuli. A atual direção foi acusada de descrimina veículos e jornalistas, alegando que os profissionais de comunicação querem apenas ingresso de graça, sendo que no interior do parque de exposições existia a “Casa da Imprensa”, inaugurada na gestão anterior e que foi desativada pelo atual presidente Lúcio Damália, cuja visão limitada diz que jornalista não merece respeito, tanto que a placa em homenagem ao saudoso jornalista Cláudio Xavier, que deu nome à Casa da Imprensa, foi arrancada e jogada no lixo. Com essa prática nefasta, mercantilista e discriminatória, a atual diretoria do Sindicato Rural pode até atingir as metas previstas, ante a falta de outro evento, mas sofrerá para arrecadar uns trocados do dinheiro publico junto ao governo municipal, estadual e federal em 2019.

A falta de competência do atual presidente ficou evidenciada ao não contratar pessoal capacitado e competente para organizar a feira e os shows, que culminou na falta de boa convivência e respeito com os jornalistas da Grande Dourados e região, pela que amargará resultados negativos nas edições futuras, pelo menos até que outra diretoria seja eleita para comandar o Sindicato Rural de Dourados.

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