quarta-feira , 19 dezembro 2018
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COM MAIORIA NA CÂMARA PREFEITO DE PONTA PORÃ IMPÕE O SEU DESEJO A SERVIDORES DA EDUCAÇÃO

Vereadores da oposição não assinam projeto do executivo municipal de Ponta Porã enviado a Câmara em medida de urgência  que descumpre Lei Municipal e Federal.

Vereadores da Frente Parlamentar Novos Tempos, Farid Afif (MDB), Brunoí Reichadt (MDB)), Paulinho Roberto (PT), Edinho Quintana (PHS), e o Vereador Otaviano Cardoso (PSDB) não assinaram a tramitação em regime de urgência do Projeto de Lei Municipal do Executivo que prevê reajuste salarial linear de 3% para três mil servidores do município de Ponta Porã na terça-feira (08) que no entendimento dos vereadores, o plano de reposição salarial dos servidores em geral é regido pelo PCCR, já o reajuste do magistério deve ser regimentado pelas leis municipal e federal anteriormente citadas. Os vereadores alegaram que a proposta do executivo contrariou tais leis, razão pela que não assinaram o projeto se respaldam na Lei Complementar 29/2016 e lei federal do Piso salarial dos professores que prevê plano de reposição salarial diferenciado para os servidores da Educação.

Os cinco vereadores tentaram e solicitaram por diversas vezes a não tramitação do projeto no formato proposto pelo executivo, mas não contaram com o apoio de nenhum vereadores, cuja maioria se encontra como base aliada do prefeito, a surpresa venho quando o vereador Rafael Modesto (PHS), “membro” da Frente que assinou a tramitação do projeto com o que abandonou a oposição e passou a ser aliado do prefeito Hélio Peluffo Filho (PSDB).

O Bloco, considerado por muitos como sendo de oposição, por defender um legislativo independente e soberano, não submisso ao executivo, atendeu a reivindicação dos professores da Rede Municipal de Ensino, que exigem o cumprimento da lei municipal e também da lei federal que garante a valorização dos servidores da Educação Pública, sem sucesso.

Os vereadores em seus pronunciamentos durante a sessão na Câmara de Vereadores lamentaram a postura intransigente do do atual prefeito de Ponta Porã, que ao ter maioria na Câmara de vereadores impôs o seu desejo e vontade aos servidores da educação em Ponta Porã.

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