segunda-feira , 22 abril 2019
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MOVIMENTO EM APOIO A “ARMAS JÁ” A GCMFRON GANHA FORÇA NA FRONTEIRA

Vereadores de Ponta Porã durante a realização da audiência pública com o tema sobre Segurança Pública na Fronteira, comandada pela Comissão Permanente de Obras e Serviços Públicos, Desenvolvimento, Produção e Meio Ambiente, através do vereador Agnaldo Miudinho e pela Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, vereador Paulinho Roberto (PT), e secretariada pelo presidente da Casa Legislativa, Candinho Gabínio (PSDB) na presença de diversas autoridades brasileiras e paraguaias, e vários representantes da comunidade local, entregaram um oficio em nome dos 17 vereadores, ao secretario estadual de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, requerendo que seja oferecido um curso de tiro aos Guardas Municipais de Fronteira, deste município, bem como o fornecimento de munições para a realização do curso. “Além da capacitação para que os Guardas Municipais possam ter expedição de parte de arama de fogo, queremos que seja realizado o envio de munições para o que este órgão possa desempenhar a função de proteger a comunidade fronteiriça”, declarou Candinho Gabínio.

Os vereadores manifestaram que este pedido se faz necessário em razão da violência que tem assolado o município. “Esse pedido tem resguardo pela Lei nº13.022/2014, a qual disciplina o Estatuto da Guarda Civil Municipal, e ainda, expõe em seu artigo 2º, que incumbe às guardas municipais, instituições de caráter civil, uniformizadas e armadas conforme previsto em lei, a função de proteção municipal preventiva. Portanto queremos o cumprimento da lei para que os agentes façam segurança e some no trabalho da Polícia Militar”.

Os parlamentares acreditam que a Guarda Municipal pode dar uma parcela maior de colaboração no combate à violência na cidade. Por isso, estão solicitando ao Governo do Estado os meios para aperfeiçoar a estrutura da Guarda e, consequentemente, conferindo à mesma a estrutura necessária para atuação nas ações de prevenção e combate à violência.

A audiência pública foi bastante concorrida e contou com a participação de autoridades nacionais, estaduais, municipais e paraguaias. Todos se manifestaram no sentido de que o enfrentamento à violência passa pela união das forças de segurança e também pela estruturação dos órgãos que atuam no setor.

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