sábado , 15 dezembro 2018
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QUADRILHA TERIA CAUSADO PREJUIZO DE MAIS DE 1 MILHÃO DE REAIS AOS COFRES PÚBLICOS NA FRONTEIRA

A operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) realizada na manhã de quarta-feira (11) desarticulou uma quadrilha responsável por um prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos na cidade de Bela Vista, administrada pelo prefeito Reinaldo Piti (PSDB).

Segundo o MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul), o grupo fraudava licitações e contratos com a prefeitura para a prestação de serviço público de transporte de Bela Vista. Conforme as investigações, o prejuízo aos cofres públicos chega a R$ 1 milhão.

Oito pessoas estão presas temporariamente, entre elas servidores públicos, empresários de Caracol e secretários da Prefeitura de Bela Vista. Os nomes não foram divulgados, mas as ações se concentraram na Secretaria Municipal de Saúde e na de Educação.

Estão presos, a Secretaria de Educação Jane Mary, Secretaria de Saude Angela Venturini, motorista Gilmar Figueiredo, Josemar Figueiredo e o contador Edson Ferreira Vaz.

As buscas foram realizadas em 19 locais em Bela Vista e Caracol – incluindo as casas dos investigados, a Prefeitura de Bela Vista, e as Secretarias de Educação e Saúde – por policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e equipes da Promotoria de Justiça de Bela Vista e do Gaeco.

Esquema funcionava, basicamente, em prestações de serviços público de transporte. As buscas pelas equipes do Gaeco, onde participaram também policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), ocorreram em 19 locais nas duas cidades, incluindo as casas dos suspeitos. Armas, munições e quantia em dinheiro foram apreendidos.

Além disso, as sedes das Secretarias de Educação e Saúde foram vistoriadas pelos agentes. Os mandados judiciais foram expedidos pelo Juiz da Comarca de Bela Vista e a investigação conduzida pelo Promotor de Justiça William Marra Silva Júnior, titular da Promotoria de Justiça de Bela Vista, e pelo Gaeco.

Foram apreendidos ainda espingardas, diversas munições, documentos e dinheiro. A quantia não foi divulgada pela MPE-MS.

Os mandados judiciais foram expedidos pelo Juiz da Comarca de Bela Vista e a investigação conduzida pelo Promotor de Justiça William Marra Silva Júnior, titular da Promotoria de Justiça de Bela Vista, e pelo GAECO.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Bela Vista, mas setor estava em reunião. O prefeito, Reinaldo Miranda Benites, também foi contatado, no entanto as ligações não foram atendidas

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