sexta-feira , 27 abril 2018
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DIA DO JORNALISTA E COMEMORADO POR PROFISSIONAIS LEMBRANDO CONQUISTAS E DESAFIOS DA PROFISSÃO

O Dia do Jornalista, comemorado no sábado dia 07 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830. Líbero Badaró, como era mais conhecido, era um oposicionista ao imperador Dom Pedro I.
Na edição deste sábado do Jornal Che Fronteira jornalistas falam sobre o que pensam da data:

Pedro Zadyr – Na fronteira do Brasil com o Paraguai, o Clube de Imprensa de Ponta Porã foi fundado em 26 de fevereiro de 2005, no Itapema Iate Clube e contou com a participação de jornalistas, radialistas, fotógrafos, cinegrafistas e editores de Ponta Porã e região. Atualmente o CIPP é presidido pelo jornalista e editor chefe do Jornal Che Fronteira.
Para o presidente da CIPP, Jornalista Pedro Zadyr,  salienta que “Ponta Porã está muito bem servida de Jornais Impressos. Nossos leitores podem colocar tranquilamente sobre a mesa ao menos 4 opções de Jornais. Nós aqui em nossa cidade podemos observar quatro opiniões diferentes para um mesmo assunto. Um privilégio para poucos lugares no Mato Grosso do Sul. Além disso, eles (os leitores) podem acompanhar full time os acontecimentos nos sites e nas Rádios, que possuem programação de ótima qualidade”.

Carlos Monfort – Jornalismo por si só é uma profissão apaixonante. Mais do que qualquer outra, pois tem a missão e prerrogativa de levar informação e contextualizar determinado assunto.
Ponta Porã é privilegiada, pois tem profissionais capacitados que atuam na área nos diferentes veículos de comunicação, hoje cada vez mais democratizados.
Aliás, a democracia pressupõe um jornalismo atuante, elo de ligação entre a comunidade e os Poderes constituídos. O papel do jornalismo e do jornalista se confundem na medida em que as redes sociais agem de forma positiva e negativa, impondo de forma concreta uma maior conscientização por parte do leitor.
O papel do jornalista é filtrar a informação de forma séria e eficaz.

Eder Rubens – O jornalismo em fronteira é um aprendizado diário, em todas as suas formas na busca constante de fatos, acontecimentos e imagens que confirmam que para informação não existe uma fronteira perene.
A fronteira entre Ponta Pora (BR) e Pedro Juan Caballero (PY) possui tradição em revelar personagens e fatos, bem como profissionais da área de imprensa que conseguem em uma região bilingue traduzir com exatidão os fatos que se tornam destaque na mídia local, nacional e mundial que contribuem de forma significativa para transformação da historia e de sua gente ao longo dos anos.
O Jornalista que atua em região de fronteira é o cronista diário da integração social cultural de duas comunidades que compartilham de suas alegrias, conquistas, frustrações, mazelas, tristezas e derrotas.
Eder Rubens atua na imprensa há 18 anos, sendo correspondente do Jornal O Progresso na fronteira há 14 anos. Radialista produz e apresenta o Programa Sábado Alternativo que vai ao ar pela NOVA FM 96,9 há 14 anos.

Nivalcir Almeida – Trabalhar na imprensa fronteiriça é motivo de honra e satisfação. Esta região oferece uma infindável oportunidade de crescimento profissional e pessoal. As características locais (Cultura, Sociedade, História, Economia) rendem, diariamente, matérias jornalísticas interessantíssimas.
Morando e trabalhando aqui há 30 anos, concluo que, na fronteira, se o jornalista quiser, ele tem material farto para divulgar positivamente, enaltecendo nossas características nos meios de comunicação de qualquer parte do mundo.
Aliás, se alguém quiser sempre divulgar os aspectos positivos da região, pode contar comigo. Sempre!
Professor Nivalcir Almeida já atuou como repórter da TV Morena e editor chefe de jornais diários, atualmente é o Presidente da Associação Pontaporanense de Letras.

Lile Corrêa – A fronteira é o melhor lugar do mundo para se trabalhar, aqui o jornalista ou periodista é reconhecido na rua pela população, cada um fazendo a escolha diária de que pauta vai mudar a vida dos brasileiros e paraguaios.
Em tempos de redes sociais, a adaptação é por uma pauta mais dinâmica, onde o leitor ou ouvinte tem um papel fundamental interagindo com os posts ou entrevistas em tempo real pelo whats app, facebook, instagram. Ao atuar no radiojornalismo, estamos reinventando o jornal com os Lives ao vivo e visitando a casa dos ouvintes levando entretenimento, alegria e prêmios. Lile Corrêa é recordista do Guinness Book, com a maior participação em um programa de rádio no Brasil e o locutor mais rápido do mundo atendendo telefonemas. Apresenta o Jornal da Líder FM 104,9 e o Show de Prêmios.



Léo Veras – A Abraji exibiu o documentário “Quem Matou? Quem Mandou Matar?” no Caixa Belas Artes, em São Paulo. O filme é resultado do trabalho de investigação de Bob Fernandes e Bruno Miranda, com edição de João Wainer, do assassinato de 6 jornalistas em 4 estados brasileiros. O jornalista Léo Veras participou do documentário e salientou que “cada dia o nosso trabalho ta mais difícil mais perigosa na região de fronteira, pra quem trabalha na área policial ta difícil muitas leis não pode colocar o nome dos bandidos, não pode foto, muita restrição, cada dia a justiça protege mais os delinquentes”.
Léo Veras atua no jornalismo investigativo ha 13 anos e é editor chefe do site Porã News.

João Natalício de Oliveira – Na profissão de jornalista ha 62 anos, começando a carreira na cidade de Campinas em São Paulo, passando por outros jornais da capital paulista, Londrina e chefe de redação do jornal O Progresso de Dourados, antes de fundar o seu próprio Jornal da Praça e por ultimo o Jornal de Noticias. O jornalista divulga fatos e tem opinião fundamentada sobre diferentes assuntos. A grande demonstração de fidelidade profissional e a cobertura desse episodio Lula por diferentes veículos de comunicação, cujos profissionais expuseram com detalhes os acontecimentos independente de suas convicções pessoais e ideológicas.

Outras datas que homenageiam os jornalistas e profissionais de Imprensa:

24 de janeiro – Data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo.

 29 de janeiro – A data é, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros mas, ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio (que teria falecido, nesta data, em 1905) até sendo uma data exclusivamente católica.

16 de fevereiro – Dia do Repórter. Ao contrário do que o senso comum, repórter não é sinônimo de jornalista. A função de repórter é apenas mais uma das que os jornalistas podem exercer.

07 de abril – Foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o “Dia do Jornalista”.

03 de maio – Pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993.

01 de junho – Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o “Correio Braziliense”, editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.

Fonte Lile Corrêa

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