domingo , 23 setembro 2018
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MORTE DE IDOSO E FALTA DE HUMANIDADE NO HR DEIXA FAMILIARES E AMIGOS INDIGNADOS EM PONTA PORÃ

Morte de idoso durante espera por atendimento medica no Hospital Regional de Ponta Porã deixa família e amigos indignados.

A morte do idoso I.F. (79) no ultimo dia 07 de fevereiro no Hospital Regional de Ponta Porã, deixou os familiares e amigos do idoso indignados e inconformados, pois o mesmo teria passado mal e foi levado pelos familiares ate o HR, onde após passar pela triagem teve de esperar por mais de 30 minutos e só foi atendido ao sofrer uma parada cardíaca, já durante o atendimento o mesmo sofreu um total de sete paradas cardíacas e entrou em óbito.

Familiares e amigos manifestaram que se o atendimento fosse realizado de forma rápida o mesmo estaria vivo, a falta de mais médicos faz com que os pacientes tenham que esperar por horas por um atendimento que em muitos casos acabam em óbito na unidade hospitalar administrada pelo Grupo gerir após a realização de uma parceria com o governo do estado do Mato grosso do Sul, que segundo os moradores de Ponta Porã, tal parceria estaria beneficiando bem pouco a população, que precisa de atendimento urgente e rápido.

As constantes reclamações contra o Hospital Regional de Ponta Porã poderia estar evidenciando um incumprimento do acordo de “parceria” entre o governo do Mato Grosso do Sul e o Grupo Gerir que deve ser um dos principais temas tratados nas próximas sessões da Câmara de Vereadores em Ponta Porã, onde o vereador Daniel Marques (MDB) tem sempre cobrado por melhorias no atendimento na área de saúde a população da cidade, onde os atuais administradores do Hospital Regional têm investido na estrutura do hospital, se olvidando de investir em profissionais para um atendimento merecido para a população que deve mendigar por um atendimento digno, com respeito e humanizado.

Um dos casos que também indignou familiares, foi o péssimo atendimento dado a jovem J.R.M. (37) levada ao HR em caso de urgência por necessitar internação na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) mas acabou sendo retira do Hospital Regional em razão de que não iria sobreviver e outra pessoa poderia necessitar de internação na UTI que a mesma estaria ocupando e que ao não ter possibilidade de seguir com vida lhe foi negado a permanência no local, a mesma foi levada pela família ao hospital da cidade de Pedro Juan Caballero, onde se recupera e se encontra em estado de observação, a situação evidenciou que em alguns casos os pacientes são tratados como objetos, se tiver valor podem ser internados no local.

Cabe ressaltar que a parceria aconteceu após o HR receber vários equipamentos médicos para uma melhor atenção a população da cidade, razão pela que os atuais legisladores devem rever a parceria e os motivos da enxurrada de reclamações contra o hospital e de perdas de vida em um hospital que deveria ser referencia na excelência em atendimento a população de Ponta Porã e região.

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