segunda-feira , 22 janeiro 2018
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GCMFRON, POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL INTENSIFICAM AÇÕES NO COMBATE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM PONTA PORÃ

Segundo um estudo, divulgado no Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, ocorrido em NovaYork, o Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, afirmou que a violência contra as mulheres subsiste em todos países do mundo como um flagelo generalizado, que põe em perigo a vida das mulheres e viola os seus direitos.

Essa violência empobrece as famílias e comunidades, consome os recursos dos governos e entrava o desenvolvimento econômico. Aumento da violência A pesquisa do DataSenado indicou que 43% das entrevistadas afirmam que as mulheres não são tratadas com respeito no Brasil. Em levantamento de 2013, 35% tinham essa percepção.

A sensação é pior para mulheres mais idosas (52%) e para mulheres menos escolarizadas (53%). Dentre as categorias profissionais, as empregadas domésticas são as que mais sentem o desrespeito (59%). A pesquisa aponta ainda que 34% das vitimas sofreram a primeira agressão entre os 20 e 29 anos.

Somente 15% dos casos ocorreram pela primeira vez após os 40 anos. Sobre o tipo de violência, predomina a agressão física (66%), com crescimento da violência psicológica (48%). Uma em cada cinco mulheres não fez nada ao ser agredida, 20% buscaram apoio da família, 17% formalizaram denúncia em delegacia comum e 11% denunciaram em delegacia da mulher.

Entre os principais motivos para não denunciar os agressores, as vítimas alegaram a preocupação com a criação dos filhos (24%), o medo de vingança do agressor (21%) e o fato de acreditar que aquela seria a última vez (16%). A crença na impunidade do agressor e a vergonha da agressão foram citadas por 10% e 7%, respectivamente. Para 63% das entrevistadas, a violência doméstica e familiar cresceu; 23% afirmaram que continuou igual e, para 13% diminuiu. As mais agredidas são as que têm menor nível de instrução – 27% entre as que cursaram até o ensino fundamental; 18% até o ensino médio e 12% com curso superior. Ter um atendimento diferenciado e preferencial na polícia para entender a complexa dinâmica de violência na qual aquela mulher está inserida é de suma importância.

O(A) policial deve ter sensibilidade de gênero para levar em conta aspectos psicossociais bem como a construção histórica das relações de gênero, possibilitará a(o) policial que faz o atendimento entender quais as medidas mais importantes para serem tomadas.

Principalmente nesta época de inicio de ano, a facilidade para comprar bebidas alcoólicas é um dos fatores que agravam essa estatística. O álcool é legalizado no Brasil para maiores de idade e, em boa parte dos estabelecimentos comerciais do setor alimentício, o leque de bebidas é imenso. Bares, restaurantes, supermercados e postos de conveniência apresentam dezenas de opções entre tipos de bebida, marcas, tamanhos e sabores.

Os preços, que vão de unidades a centenas de reais, abrangem todas as classes sociais. Sendo tão vasta a oferta, os etílicos compõem a droga lícita mais utilizada no Brasil, com estimativa de 74,6% de uso na vida e 12,3% de dependência, segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid). É, portanto, fácil recorrer ao álcool em qualquer situação, incluindo em momentos de descontrole emocional, tristeza, raiva ou angústia – sentimentos freqüentes em casos de violência doméstica.

A mulher vítima de violência doméstica encontra-se em muitos casos emocionalmente perturbada, sendo fundamental que o Estado, ao tomar conhecimento desta situação de vulnerabilidade ocasionada pela violência de gênero, ofereça proteção à vítima.

É importante ressaltar que a Secretaria Municipal de Segurança Pública, que tem como seu Titular o A Vereador licenciando Marcelino Nunes de Oliveira-PROS, através da Guarda Civil Municipal de Fronteira (GCMFron) pode ser acionada pelo telefone de emergência 153, a Polícia Militar pelo telefone 190 e a Polícia Civil-Delegacia de Atendimento A Mulher Tel: (67) 3431-37, Rua Antônio João, 954 Centro – Ponta Porã – MS – CEP: 79900-000.

Estas são as portas de acesso para as mulheres vítimas de violência doméstica darem início aos procedimentos de ocorrência, que possibilitará às vitimas representarem na justiça e no Ministério Público contra o agressor.

Assessoria de Comunicação da GCMFron

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