terça-feira , 23 janeiro 2018
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SONHO DE UNIVERSITARIOS DE MEDICINA PODE SE TORNAR UM PESADELO NA FRONTEIRA

Estudantes universitarios denunciam falta de seriedade direção da UPAP (Universidade Politécnica e Artística do Paraguay) situada na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã.

A universidade, segundo os universitarios, oferece vagas no curso de medicina, com uma mensalidade no primeiro ano inferior a de outras faculdades de medicina de Pedro Juan Caballero, o que seria “excelente para os alunos que sonham serem médicos”, mas que ao estarem no 2, 3, 4 ano começam a sentir que seu sonho pode se tornar em um pesadelo.

Segundo informações, o que não e explicado aos alunos que ingressam na Upap e que o baixo valor ira custar muito caro. A partir do 2, 3 e 4 ano, quando os valores aumentam de forma exorbitantemente, o que torna as mensalidades em um valor até mais alto que das outras faculdades. E com o decorrer dos anos os alunos vão se sentir prejudicados ao tentar realizar uma transferência para outras faculdades já que tem que pagar valores altíssimos para ter seus documentos, muitas vezes ate ficam sem conseguir para mudar de faculdade. Fora o suposto baixo custo do 1 ano. Os alunos do 6 ano da Upap chegam ao final pagando duas mensalidades, a mensalidade do curso, mais a Tese que é somente cobrada na Upap. As demais faculdades de medicina de Pedro Juan Caballero fazem prova de grado ao final do curso, e após isso os alunos recebem seus títulos, mas na Upap isso é bem diferente. Segue os absurdos: fora o aluno ter que pagar duas mensalidades durante 6 meses, que é o período que eles estipulam como de Tese, que é uma exigência da Upap esses 6 meses de pagamento daria o direito a que os universitários recebam o Título, e mesmo quem terminou de pagar a fortuna pedida por eles pela Teses, mais o valor exorbitante em torno de 5 milhões de guaranis, entre pagamento de banca para apresentação e correções, mesmo quem pagou tudo isso e teve sua Tese aprovada, ficam incertos de quando vão receber seus diplomas. Os alunos que estão nos primeiros anos muitas vezes fazem pouco caso desse tipo de informação porque acham que quando eles chegarem no 6 ano as coisas podem ser diferente com eles, mas é a pura ilusão, já que, ate o momento todas as turmas que chegaram ao 6 ano enfrentam todo tipo de dor de cabeça e insegurança, com a falta de palavra que tem a administração da faculdade, é tanto que turma que esta no 6 ano, foram surpreendidos com absurda afirmação, do Dr Alan Jara, atual diretor da faculdade que, os alunos teriam que fazer 6 anos e meio de Faculdade, um verdadeiro absurdo. Os alunos que ingressaram em 2012, foram surpreendidos faltando 3 meses para se formar, com esse informação de que teriam que cursar 6 anos e meio de faculdade. O diretor teria dado a informação após o Cones (Conselho Nacional de Educação do Paraguai) interditar a UPAP.

O argumento do diretor é que o projeto educacional da faculdade é 6 anos de faculdade mais 6 de Tesis, o problema é que os alunos não sabiam disso e nunca foram comunicados quando ingressaram na instituição universitaria. O que foi um verdadeiro golpe contra os alunos que tem uma programação financeira de um curso de 6 anos. “Como pode uma instituição de ensino agir sorrateiramente como a Upap. O processo de Tese nosso, que teve inicio em abril vai barrado pelo diretor por diversas vezes, não deixou seguimento o processo de Teses e agora com 2 meses e meio para o final do ano, quando estamos terminam seu internato e que já estão formados por Lei, ficam presos sem poder ter direito ao seus diplomas porque a Upap barrou a tese sem nenhuma justificativa plausível, manifestou um dos universitários

Um dos argumentos apresentados pelo diretor em algumas das reuniões em que os alunos pediram para ter com ele a fim de que o diretor de uma explicação, Jara disse que a Tese estava barrada por causa de alunos que não podiam seguir o processo com os alunos que não tinham problema. O que parece é que a Upap querendo economizar para não ter que pagar uma nova tutoria de tese para os alunos que não podem concluir o curso este ano, seguraram a tese atrasando e tumultuando a vida dos demais universitários em fim de curso que já se formariam em dezembro deste ano, segurando a tese para o ano que vem para que esses alunos que não puderam fazer a tese este ano façam todos juntos o ano que vem.

Esta situação teria se dado para que Upap não tenha 2 custos de tutoria de Tese, o que é um verdadeiro golpe traiçoeiro contra a vida desses alunos que percorreram com tanto sofrimento e dedicação para chegar ao final de um curso com tantas dores de cabeça e decepções diante de uma faculdade que não tem o mínimo de respeito com os seus alunos.

A intervenção das autoridades do Paraguai, através do Cones e do próprio Ministério Publico deve tomar providencias cabíveis com relação a Upap filial Pedro Juan Caballero, “porque não é justo que os alunos cheguem em dezembro formados e sem poderem retornar a sua pátria porque a Upap por querer economizar quer atrasar a nossa vida e dos demais alunos segurando eles por mais 1 ano, com todas as despesas de custo de vida em outro país, devido a irresponsabilidade deles, que fizeram uma promessa aos alunos quando ingressaram que se formariam com 6 anos e agora esses alunos, se não houver uma interferência ao seu favor, vão ter mais 1 ano de despesas pela frente” pontualiza um dos universitários

Segundo os alunos, todos foram atraídos pela mensalidade mais baixa do primeiro ano e “agora tão ai, sem expectativa de quando serão liberados pela UPAP. “A Upap faz propaganda enganosa aos seus alunos e futuros ingressantes ao Curso de Medicina oferecido é de 6 anos, o que é uma mentira muito grande. Seria de grande valia que os atuais alunos da Upap procurassem os alunos que se formaram na Upap em 2016 e comprovassem que os mesmo até o dia de hoje não receberam seus diplomas, completando quase 1 ano de formados. Fora terem investido durante 6 anos na Upap chegam ao final do curso sem diploma e sem expectativa alguma de quando vão receber, tendo suas vidas totalmente estagnadas, sem poder trabalhar e se reestabelecerem financeiramente do enorme investimento de 6 anos que fizeram na Upap de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã”, onde as reclamações aumentam contra as faculdades situadas na fronteira, que não cumprem o acordo com os universitários.

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