quinta-feira , 14 dezembro 2017
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CAOS NA EDUCAÇÃO EVIDENCIA FALTA DE PREPARO DA ATUAL ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE PONTA PORÃ

Ante o caos na educação municipal do municipio de Ponta Porã, foi aberto o espaço para a Tribuna Livre na Câmara de Vereadores, ocupado pelo presidente do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação, Edivaldo Vieira, que expôs a preocupação dos profissionais que atuam nas escolas municipais bem como dos pais dos alunos, sobre as medidas implementadas pela Prefeitura de Ponta Porã.

De acordo com as informações repassadas nas escolas municipais, várias salas de sexto ao nono ano serão fechadas. A Escola Municipal Ignês Andreazza, na região sul da cidade, será uma das mais afetadas pela medida. Segundo ele, a decisão da Prefeitura vai prejudicar pais e alunos criando enormes transtornos, pois eles deverão se deslocar grandes distâncias para estudar em escolas como a Escola Estadual Profª Geni Marques Magalhães e a Escola Estadual Joaquim Murtinho, que fica no centro da cidade, outras escolas como o Adêzinho administrado pelo município não tem o quinto ano pelo que vários alunos dessa instituição devera procurar vaga em outras escolas estaduais, o que evidencia um descaso do prefeito Hélio Peluffo Filho com a educação no município de Ponta Porã.

“É uma medida tomada sem consultar a comunidade, sem ouvir os profissionais da educação. Queremos ser ouvidos. Nossa opinião não vale? Não tem importância? Os pais e os alunos precisam ser ouvidos antes de serem tomadas estas decisões que mexem com as vidas de todos. Será um desestímulo aos jovens”, afirmou Edivaldo.

Os vereadores também abriram espaço para que o estudante, Pedro Henrique Gomes Aranda, aluno da Escola Andreazza. “Somos de uma escola que obteve a melhor nota do Ideb. O ensino é de qualidade e, por isso, peço em nome dos meus colegas que não fechem as salas de sétimo, oitavo e nono anos. Muitos alunos serão prejudicados, pois não terão como ir às escolas que ficam longe, pois não temos o passe livre estudantil em Ponta Porã”, declarou Pedro Henrique.

Os educadores e os pais dos alunos demonstraram também preocupação com a redução pela metade do horário de atendimento nos centros de educação infantil, as Ceinfs, a partir do ano que vem. Outra medida anunciada pela Prefeitura que causará grande impacto no dia a dia de parcela considerável da população de Ponta Porã e na área educacional.

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