terça-feira , 26 setembro 2017
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“BARÃO DA DROGA” COM PLANO DE EXECUTAR JORNALISTA NA FRONTEIRA E LIBERADO POR JUIZ

O juiz paraguaio, Leonjino Benítez Caballero, da cidade de Capitán Bado, localizada no Departamento de Amambay, na região de fronteira seca com o Mato Grosso do Sul, liberou, no último dia 2 de setembro a escondida do Ministério Publico, o poderoso narcotraficante Felipe “Barón” Escurra Rodríguez (40), capturado há um ano pelas autoridades paraguaias. Durante cinco anos, o criminoso manteve um plano de assassinato contra o correspondente do jornal ABC Color Candido Figueredo, na cidade de Pedro Juan Caballero, capital do Departamento de Amambay na fronteira com Ponta Porã.
De acordo com informações do submundo do tráfico de drogas de CapitánBado, a liberação do narcotraficante Felipe “Barón” Escurra Rodríguez só foi possível graças a fortes “incentivos” em dólares, isto é, compra de sentença. Essas mesmas fontes garantiram que “Barón” continuava coordenando, o tráfico de drogas para o Brasil.
O juiz ignorou os relatórios das autoridades da Polícia brasileira de que o narcotraficante é um dos maiores fornecedores de maconha para o Brasil. Os agentes brasileiros do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) precisaram de muito tempo para descobrir a maneira como o narcotraficante paraguaio operava.
Segundo o Gaeco, “Barón” utilizava-se de contatos telefônicos com traficantes brasileiros que estão presos em Mato Grosso do Sul. Por meio de interceptações dessas conversas telefônicas, os agentes do Gaeco puderam descobrir a quantidade de embarques de drogas que o narcotraficante paraguaio fazia de Capitán Bado para o Brasil e as rotas que eram usadas pela organização internacional.
Apesar de toda essa informação fornecida pelas autoridades brasileiras, estranhamente, o juiz Leonjino Benítez Caballero declarou que não tinham evidências de que “Barón” era traficante de drogas e, portanto, seria impossível continuar a mantê-lo preso, concedendo lhe a liberdade. O Ministério Público, por sua vez, ficou surpreso com a liberação do narcotraficante paraguaio e o promotor adjunto Marco Alcaraz disse que nem o Tribunal de Justiça do Paraguai foi notificado da decisão do magistrado de conceder liberdade ao “Barón da droga”.
Fonte http://blogdonelio.com.br

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