terça-feira , 31 março 2020
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COORDENADORA DO PARLAMENTO FEMININO FALA DA IMPORTÂNCIA DA DELEGACIA DE ATENDIMENTO A MULHER TER PRÉDIO PRÓPRIO EM PONTA PORÃ

Coordenadora do Parlamento Feminino, Vereadora Anny Espínola (PSDB) encaminhou um pedido ao prefeito, Hélio Peluffo Filho (PSDB), com cópia à deputada federal, Rose Modesto, solicitando emenda parlamentar para a construção de um prédio para a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), em Ponta Porã.

Conforme a vereadora, através de debates com pessoas envolvidas com o tema “Violência Contra a Mulher”, ela percebeu a importância de um prédio com estrutura adequada e salas específicas para realizar atendimentos. “Precisamos de salas para realizar atendimentos assim como o Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CAM), que oferece atendimento psicossocial e orientação jurídica para mulheres em situação de violência física, sexual, psicológica, moral e patrimonial”, disse.

Anny Espínola também relatou que “a Sala Lilás é uma sala com ambiente humanizado, preparado para atender mulheres, meninas e crianças de forma exclusiva, e já está sendo desenvolvida em algumas cidades do nosso estado. E outra sala para o Programa Mulher Segura (PROMUSE), que é um programa da Policia Militar, que proporciona um atendimento mais humanizado e com maior capacitação técnica às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, além de fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas e promover visitas técnicas. Quando há necessidade as vitimas são encaminhadas pelo programa para a rede de atendimento e apoio”.

A vereadora disse que a construção do prédio é importante para que haja o atendimento desses três programas em um mesmo local para agilizar os procedimentos, além de proporcionar mais conforto e diminuir os constrangimentos das vítimas. “Assim entendemos, que é de suma importância a construção de um prédio para atender às diferentes necessidades apresentadas, bem como a integração desses programas voltados ao amparo, proteção e sigilo de mulheres e adolescentes vítimas de violência, mantendo as parcerias e possibilitando um trabalho ágil e integrado”, argumentou.

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